Archive for the Experiências Category

Garras do prazer

Posted in Experiências on Outubro 1, 2009 by lasatine

Só agora me apercebi á quanto tempo ando distante da minha “consciência”, voltei por momentos escassos á mente literária.

Devo uma explicação aos meus leitores, não por obrigação mas por delicadeza e dedicação.

Vamos dançar ao som do vento, palavras escassas…

A minha vida tem corrido em volta da nossa ridícula burocracia, o que me tem tirado a paz de espírito, correria e mais correria, até já me passou pela cabeça correr sem destino ao encontro do meu jardim sem muralhas onde a minha liberdade é infinita, não o fiz na totalidade contudo, sempre que posso corro para os seus braços amáveis e delicados.

 

Prazer ao tempo dedicado ao meu corpo oferecido por um cavalheiro “pontual”

Esse meu cavalheiro gosta de tempo como é na realidade, perdurar o prazer ao limite do orgasmo completo, parece que conhece o meu corpo desde sempre, encontramo-nos duas vezes logo na primeira vez eu percebi o prazer oferecido, o meu corpo vibrava, os meus seios acarinhados com uma delicadeza alucinante, percorrendo entre aos cantos mais infindáveis a sua língua me devorava, eu torturada de prazer descontrolada reduzo-me as cinzas. Viva ao prazer sem restrições viva a Alemanha.

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Beijos

 

Satine   

Medo e Sexo

Posted in Experiências on Agosto 10, 2009 by lasatine

Nada na nossa existência é fiável, percorremos caminhos sem saber onde acaba o arco-íris, procuramos o pote da juventude o pó dos anjos a adrenalina, por momentos fugaz de plena felicidade comprada ou não.

Falando por mim gosto do fruto proibido aquele que ninguém sabe e todos querem.

Sou conhecedora dá vida, todos dias quero mais sou uma consumidora nata da sociedade, devoro os meus clientes quando me apetece outras vezes sou um anjo.

Que gozo me dá.

No outro dia fiz uma deslocação a um hotel de 5 estrelas tenho de mencionar isto não por hipocrisia e sim porque não gosto de hotéis rascas.

O cliente foi indicado por outra pessoa sua conhecida, mal subi no elevador tirei as cuecas, bati a porta e tornei-me uma leoa.

Gostei da experiência, dominei o campo minado “ele” pouco aguentou a sua ejaculação, se gostou da “iguaria” não sei mas tenho a certeza que foi a única a lhe proporcionar sexo selvagem na sua vida.

 

Beijos

 

Satine

Nunca se sabe, a vida de uma acompanhante

Posted in Experiências on Junho 18, 2009 by lasatine

Vou receber um cliente agora nada sei dele, simplesmente sei que vou esforçar-me para conhecer antes de palavras soltas.

Vou-me arranjar por me bonita, vestido sexy, não muito o suficiente elevado a equação da excitação.

 

Beijos

Satine   

Não se atormente

Posted in Experiências on Junho 2, 2009 by lasatine

Satine

Satine Auto-Retrato…

Posted in Experiências on Março 9, 2009 by lasatine

        

Num dos meus últimos “posts” publicados, fiz referencia à intenção de escrever um auto-retrato da Satine. Da pessoa, mulher, do que difere, no que é igual a todas as outras mulheres, qualidades, defeitos de carácter, personalidade, enfim, a humana Satine vestida na personagem de acompanhante e vulneravelmente nua como humana.
            Prometo esforço, coerência e dedicação.
            Vou então levantar um pouco o véu. Para que seja igual a mim mesma, como sempre procuro ser, não começo pelo início, nem pelo final,  mas sim algures no meio.
            Começo, quando um dia, por volta das 17 horas o telemóvel tocou.
 
            Era um suposto cliente procurando saber mais informações sobre a minha pessoa, condições, localização, tipo de serviço que presto enfim, a normalidade que toda a gente conhece neste tipo de conversa. Sempre bastante educado, tratando-me por você, (que me agrada). Depois de esclarecido, perguntou se podia marcar para as 17 horas desse mesmo dia. Como costumo trabalhar até cerca das 20:00 e não tinha ninguém agendado, concordei e a marcação ficou feita. 
            Chegaram as 17:00 e, nada. Pensei para comigo que era mais um daqueles que marca e depois não aparece nem dá qualquer tipo de satisfação. Engano meu! Por volta das 18:00, ligou. Pediu desculpa por não ter dito nada, que as coisas no emprego se tinham atrasado mas, mantinha a intenção de se encontrar comigo se eu concordasse em remarcar para as 20:00, aí sim, estaria despachado e conseguiria honrar o compromisso.  Irritada, concordei. Devido à irritação, devo dizer que não fui nada agradadora, antes pelo contrário, fui fria, não escondendo o desagrado daquele atraso e remarcação para a hora em que normalmente costumo jantar. O final do dia de trabalho para mim tem muito de sagrado e quando é alterado fico rabugenta, até mal disposta.

 

Pouco antes das 20:00, ligou novamente. Desta vez para saber a localização exacta do meu apartamento. Forneci, com pontos de referência, no entanto sem simpatia. Teve bastante dificuldade em encontrar,  ligou-me várias vezes o que me deixou ainda mais irritada, o tempo passava e ele não dava com o local.  Até que enfim, o Francisco chegou. Esse é o seu nome.
            Hoje, quando recordamos este dia com carinho, sei que, devido à minha antipatia ao telefone, não me mostrar disposta a ajudá-lo a encontrar o meu apartamento, esteve quase para não comparecer, ou seja, desistir de se encontrar comigo. Inclusivamente acrescentou que, se não fosse a minha voz e maneira de falar, que o atraiu imenso, não teria vindo. Hoje rimos ambos com este episódio.
 
            A campainha tocou, o Francisco entrou!
            Confesso que nada me arranjei para o receber. Calças de ganga, botas meio salto de meio cano, camisa e casaco comprido vestido destro de casa. O corpo, como convém, não se via. Por baixo, lengerie normal, preta, cueca tipo “fio dental”, cabelo solta, olhos ligeiramente retocados.
            Entrou. Fechou a porta e deixou sair um “boa noite” tímido. Ficou especado à entrada olhando para mim. Achei estranha a forma como me olhava. Olhava-me com admiração, atrevo-me até a dizer espanto e deslumbramento. Confesso que me agradou! No entanto, interroguei-me sobre o que este homem teria visto em mim para ficar daquela maneira .Considero-me uma mulher normal!  
            Sem jeito mas, educado quebrou o gelo, desculpando-se da falta de pontualidade e percas de tempo.
            Tinha na minha frente mais um homem entre muitos que, daí a instantes iria estar nu, pronto para tocar na nudez do meu corpo, penetrar-me com o seu falo, gemendo com o prazer que eu e o meu corpo lhe oferecemos, até não aguentar mais e terminar, ejaculando. O propósito  principal dos homens que procuram o serviço de uma acompanhante como eu.
            Isto, seria o normal a troco do dinheiro que, timidamente colocou em cima da mesa.
            Como era de fora, encontrando-se em Lisboa em serviço da empresa onde trabalhava, pensei que não mais o veria. Quanto muito, esporadicamente.
Enganei-me! Não foi nada disto que aconteceu…

 

            Já dentro do meu apartamento, junto à porta…

 

            Deixou sair um “boa noite” bastante tímido…

- Deixe lá as desculpas. Finalmente conseguiu chegar. Ainda bem! O meu nome é Satine, e você como se chama?

-Francisco!

-E então Francisco, já me disse que não é de cá aliás, viu-se pela dificuldade que teve em encontrar o meu apartamento.

- Não! Realmente não sou, sou da Beira mas vivo actualmente no Algarve. Estou aqui temporariamente, em trabalho…

- Muito bem! E então? Vamos para o quarto? Vamos fazer uma brincadeira? Foi para isso que me ligou, não foi?

- Está bem, vamos! Posso tomar um duche?

- Claro que sim. Espere só um pouco, vou-lhe buscar um toalhão.

 

            Enquanto isso, pensava para comigo que já devia estar pelo menos a caminho de casa, já estava atrasada. Decidi esperar pacientemente…

            Regressou ao quarto, tímido, enrolado no toalhão pela cintura.

            Eu, comecei a despir-me junto ao radiador ligado…

 

- A Satine tem um corpo lindo!

            Disse o Francisco enquanto pousava a mão na minha cintura, deixando-a descair até à anca agora nua…

- O Francisco também é um homem bonito!

            Retribui…

            E é… Não aquela beleza que salta à vista imediatamente mas, um homem insinuante com boa postura e saber estar. Via-se que era educado. “Beto” demais para o meu gosto, pela maneira de vestir.

            Delicadamente, puxou-me para a cama… Deitou-me. Tirou o toalhão, começou a beijar-me no pescoço enquanto as mãos se perdiam nos meus seios…

            Notava-se que estava cheio de tesão. Fui mesmo obrigada a dizer-lhe para ter cuidado com o meu peito. Não porque estivesse a ser bruto mas, simplesmente porque sou muito sensível naquela zona.

            Imediatamente acedeu ao meu pedido desculpando-se, passando agora a acaricia-lo de modo terno, cuidadoso e bastante sensual.

            Tomei conta que estava com um homem que sabe estar com uma mulher, embora não seja de muitas palavras durante o coito…

            Tomei a iniciativa de chupar o seu falo… Notava-se na sua expressão e comportamento que estava cheio de tesão psicológico mas, fisicamente, não estava em sintonia… Nunca, até ao final, conseguiu ter erecção total. A minha experiência disse-me, mais tarde comprovado, que não se tratava de problemas físicos mas, problemas de homem casado com consciência castradora. Procurava sexo pago por necessidade, não por gostar de o fazer…

            Mesmo contra mim… Gosto de dar prazer aos homens que me procuram e de receber de homens como ele… Gosto disso num homem… Mostra bom carácter…

            Decidido, segurou nas minhas pernas, abrindo-as, enquanto perguntava se podia lamber a minha vulva, agora aberta e totalmente oferecida para ele. Antes mesmo que pudesse responder, já a sua língua percorria delicadamente os lábios do meu sexo… Continuava, firmemente segurando as minhas pernas pelos tornozelos, empurrando-me ligeiramente para trás, obrigando-me a mantê-las bem abertas, ficando com todo o meu sexo bem saliente e aberto, ao seu dispor… Com a boca, chupava agora o clítoris, mantendo-o bem dentro da boca, descarnando-o com habilidade única, enquanto esfregava a língua nele em movimentos cadenciados. Não resisti… Que se lixe a pressa que tinha antes deste homem chegar.

            Ofereci de vontade todo o meu corpo. Entreguei-me… Deixei-me levar pelas ondas de prazer que o Francisco provocava em todo o meu corpo. Fiquei “encharcada” de excitação… Toda eu estremecia no prazer descontrolado do inesperado orgasmo atingido… Ofereci-lhe todos os meus fluidos íntimos e quentes, segurando e empurrando com ambas as mãos a sua cabeça entre as minhas pernas, a sua boca contra a vagina dilatada de prazer. Continuava lambendo, sorvendo todos os líquidos vaginais, como se não quisesse perder uma única gota…

            Era a vez dele. Chegou-se para cima, experiente, meteu em mim colando o seu corpo suado ao meu… Ajeitei-me, queria receber dentro de mim o pau do homem que me tinha acabado de me lamber de forma tão generosa. Ofereci o quente do meu sexo…

            Continuava sem erecção total, mas total excitação mental. Não faz mal… Pensei! O tamanho do seu pau é bem suficiente para me dar o prazer que decidi receber daquele desconhecido que agora me comia toda… Queria mais… Queria deixar aquele homem louco de desejo por mim, pelo meu corpo oferecido, pago à hora. Queria compensá-lo… Queria recompensá-lo!

            Olhei-o! Olhou-me. O seu olhar, pouco expressivo, transpirava tesão por mim. Tesão descontrolado. Precisava saciar o apetite sexual, deleitar-se com o repasto que o meu corpo de fêmea oferecida lhe proporcionava.

            Com um gesto, empurrei-o, pedindo-lhe que me comesse por trás, pondo-me a jeito… Louco de desejo penetrou-me, mantendo-me as pernas juntas, empurrando o meu rosto contra o lençol revolto que cobria a cama. Assim deixei que abusasse de mim… Assim deixei que me fodesse… Ciente do tamanho generoso do seu falo que me penetrava até às entranhas húmidas e quentes, foi sempre cuidadoso, para não me magoar com as investidas em mim… Assim me comeu até querer. Eu surpresa e extasiada, deixava-me levar pelo prazer que sentia…

            Tirou de mim, permaneceu de joelhos… Virei-me. Ficamos, ambos de joelhos frente a frente. Olhando-me nos olhos, colocou a mão na minha nuca, acariciando-me o cabelo. A outra na nádega, firme, aconchegou-me contra o seu corpo quente. Continuava a olhar-me, agora de uma maneira diferente. Aproximou os lábios dos meus até se tocarem de leve, sem beijar. Não consegui fazer nada, ali fiquei, estática. Tímido, beijou-me no pescoço como se beija-se na boca…

            Foi nessa altura que percebi a química que aquele homem sentiu comigo… E eu…

            Ele ainda não tinha terminado.

            Deitei-o, meti o sexo dele na boca, senti-o crescer junto da minha língua. Chupei-o, como sei chupar… Dei o meu melhor, tinha prazer em ter o sexo daquele homem dentro da minha boca. Tinha-me dado tanto prazer… Tinha-se dedicado tanto a mim. É daqueles homens que tem prazer só por dar prazer a uma mulher. Sem isso, para ele o sexo é incompleto…

            Continuei a chupar, bem húmido… Agradeceu o meu broche em silêncio, tirando a camisa, para de seguida derramar, todo o leite quente, em cima do meu peito, que lhe ofereci…

 

            Caímos ambos para o lado, sem descolar o seu corpo do meu e, assim ficamos, exaustos, cansados e dormentes, por momentos, em silêncio, sem saber que dizer.

 

            Continua…

 

            Beijos

 

            Satine

 

 

Dominação

Posted in Experiências on Fevereiro 22, 2009 by lasatine

Saudade de um escravizado, sou louca por um homem submisso, deve ser um fetiche.

Está comprovado sociologicamente, pelo menos uma vez na vida o homem pretende experimentar a entrega total à mulher. Daí a frase frequente, “faz de mim o que quiseres sou todo teu…” 

 

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Aqui vai umas dicas:

 

Nunca desviar o olhar, manter o contacto visual, o comando, usar uma lengerie sexy, ousada, sensual .Manusear o chicote com cuidado deixando no ar o cheiro a sexo. Ele aceita tudo o que ofereço. Não retiro a roupa, ele nu, que posição tão vulnerável. Rio, sorriso, gozo na intimidade, abuso do escravizado. Mando lamber os meus pés e muito mais..  Contor-se-se com tesão sem saber o que espera, anseia o clímax. Eu rodo até querer, depois brinco mais um  pouco, uso brinquedos se me apetecer.

Se estiver virada na lua, até sou capaz de dar um pouco de atenção aos seus desejos de macho, se não for o acaso gozo, tiro partido, uso e abuso sexualmente.

Finalmente entre jogos físicos e psicológicos ele está louco de tesão, eu ordeno o clímax que passa a explosão e fluidos desordenados.  

 

O conflito reside, e pergunto eu? Tanta fantasia? porque não actuar?

Beijos

Satine 

Dominação

Posted in Experiências on Fevereiro 2, 2009 by lasatine

Mais tarde vou escrever sobre dominação, algo que sempre gostei, não nos termos físicos mas, sim o jogo psicológico conciliado com a parte sexual, é deveras imprevisível e excitante.

 Na minha louca vida já tive algumas experiências, contudo, já não há escravos como antigamente.

Sempre gostei de um homem submisso aos meus desejos, é uma utopia na vida real, torna-se quase impraticável, falo por experiência própria.

Vou antecipar um segredo! Os homens que pensam que, ao ser submissos, são capachos, estão errados, no final, quem manda sempre é o submisso.

Se quiserem comprovar esta minha afirmação, consultem Freud.

 

Beijos

Satine      

My wolf

Posted in Experiências on Janeiro 21, 2009 by lasatine

 lobo

Na toca do lobo,

no meio da fúria

que virou luxúria

senti-me bobo.

 

Afinal não era fúria

era cio de fêmea

procurando, efémera

a fúria do macho.

 

Feliz de mim macho

na toca do lobo cobri

uma vulva cor de rubi

iluminados por um facho.

Na toca do lobo

Posted in Experiências on Janeiro 21, 2009 by lasatine

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Satine

Noite lisboeta

Posted in Experiências on Janeiro 12, 2009 by lasatine

1Como tenho saudades do meu bairro alto, tudo fora, como gosto, grandes djs, nada de preconceitos, liberdade variações entre rastas, missangas, fatos de noite e vestidos and street stlyng, variações .

Pudores nem pensar não temos tempo para isso é tudo ao rubro.td26cawin7x0caemmng1ca0h7fjdca0dn93mca4g43rvcajq2wwlcat64ylxca2hrnhpcal9luitcarytyd3ca72r27ica3gf15ucadnpg9gcarqtuf0carumnq1calgq0mdcaad610kcal6k410

Loucuras perfeitas julgamentos nunca, quem é alguém para julgar? Se for alguém mande a primeira pedra

Caros Madeirenses quando passarem pelo continente não deixem de visitar,  passem também pelo fragil e mais tarde pelo lux, concelho de uma alfacinha.

deixo aqui um exemplo de gozo pleno….

Beijos satine