Posted in Curiosidades on Outubro 29, 2009 by lasatine
Pessoas das ruas, pertencem ás ruelas aos bairros, ás rias nobres abre-se o vidro do carro e vimos a pressão da vida nas suas costas as toneladas que carregam sobre os seus fracos ombros.
Eu falo por mim, hoje ligou-me um amigo da Alemanha a perguntar sobre os meus quatro anos, a minha resposta foi. – Intimo de mais para ser escrito no meu blog mas na verdade não é, o blog é a minha “consciência” é única as palavras que escrevo, não repito e não volto a ler.
Nos meus quatro anos algo de estranho se passou na minha vida sobre pressão não determinada por mim mas por algo superior.
Eis a questão acreditar ou não?
Cheguei a conclusão dar, let go viver com todas as minhas capacidades e disfunções.
Hoje sinto-me feliz recebi uma chamada da Alemanha pessoa inteligente boa sensibilidade, perspicaz sem contar a parte fenomenal da cama, chega de palavras tenho de manter a diplomacia.
Por segunda chamada, nacionalidade portuguesa, um bom serão, boa prosa bons líquidos…
Apesar de estar um pouco aborrecida da negligente do meu amigo eu compreendo, ligue sempre que quiser adoro os seus comentários e a sua pessoa pois nunca me vou esquecer o que fez por mim e estarei presente para si.
Para mim ainda existe a honra sem contratos escritos basta a palavra.
Posted in Curiosidades on Outubro 26, 2009 by lasatine
Eu, almirante de terras desconhecidas.
Voltei com a fúria de uma loba faminta e acreditem que é desta vez que a minha rota está estabelecida.
Em vão depois de passados quase quatro anos a verdadeira satine com a sua determinação, força, poder de mulher esta de volta, está mensagem só alguns afortunados por mérito reconhecido e por mim percebem.
Falemos de Sexo citando uma frase não minha, não obstante mas importante ”nem sempre o silêncio é de ouro”.
É verdade o meu silêncio tem sido um desespero dentro de mim, quero falar ao mundo e aqui vai, livre estou no meu silêncio no mar dos meus lençóis e mente espero navegar novamente na esperança de ver o farol, gosto de sexo como o sonho Americano pretendo chegar a terra prometida, e vou conseguir, pois não há nada que me possa demover.
Hoje voltei simplesmente lambi um membro conhecido no qual logo explodido de prazer se revelou aos meus encantos linguísticos, como adoro dominar um homem simplesmente com o movimento adornado do meu corpo e cérebro.
Será justo tanto poder?
Ultimamente vários clientes tenho chacinado por mero prazer absoluto admito, outros por falta de tempo e outros somente porque não gosto da abordagem, arrogante sou por vezes, as palavras são verdadeiras porque quem toca no meu corpo sabe a verdade de que falo a humidade prova.
Posted in Curiosidades on Julho 15, 2009 by lasatine
Tulum: Passado e presente de uma cidade maia
Antonio Ferreira da Silva Júnior
Em virtude da pouca divulgação e estudo sobre a vida e a obra do poeta contemporâneo mexicano José Emilio Pacheco no Brasil, elaborou-se este trabalho que será brevemente explicitado.
Este trabalho, que faz parte do grupo de pesquisa O imaginário poético hispano-americano, coordenado pela Professora Dra. Mariluci Guberman, tem por objetivo estudar a segunda fase do movimento vanguardista hispano-americano com suas inúmeras influências, a partir do poema “Tulum” do poeta José Emílio Pacheco, onde se pode perceber uma correlação entre os tempos passado e presente, que constituem a memória da civilização maia.
José Emílio Pacheco nasceu na Cidade do México em 1939, sendo considerado por muitos críticos como o escritor mais importante de sua geração, isso devido a empregar com perfeita maestria uma linguagem transcendente ao pensamento crítico da época, dosando de imagens criativas, de modo a refletir sobre a complexa vida mexicana.
Pacheco é um escritor marcado pelo impacto dos acontecimentos, como por exemplo, o que a Revolução Cubana trouxe-lhe em 1959, sendo por este motivo, o poeta em questão acreditar que também houve uma geração de 59, bem como a Geração dos Contemporâneos de 1929 no México, onde grandes nomes aparecem com a intenção de renovar a poética vigente.
Suas palavras podem ser admiradas em alguns gêneros: antologias, contos, romances, ensaios, traduções e poesias. Neste último onde conseguiu maior destaque, à medida em que entendia um poema não como um objeto estilizado, mas como um instrumento de aquisição de conhecimento, isto é, que leve o público leitor a trabalhar com a sensibilidade, e também o leve ao diálogo com o próprio texto. Podemos perceber aqui, a idéia da intertextualidade muito defendida por este autor.
Pacheco possui influências de raízes antigas, como Sor Juana Inés de la Cruz e mais recente, de Octavio Paz. Esses autores contribuíram para a originalidade e consistência de sua obra. O poeta afirma que com eles aprendeu e somou conhecimento a sua trajetória literária.
Pacheco acredita que a Literatura é uma obra social pertencente a diversas classes, logo um texto não é um bem exclusivo de seu criador, mas sim do coletivo, que se pode valer de seu teor na elaboração e compreensão de outros conceitos. Há uma citação de Lautréamont, poeta francês, que ilustra bem o que se acabou de mencionar: “La poesía no es de nadie: se hace entre todos” (PACHECO, 1979, p. 329).
Tem-se em Pacheco, a idéia do processo de criar Literatura da própria Literatura. Em sua poesia, a voz do poeta parece fragmentar-se em outras e de diversas maneiras, sendo estas vozes de outros distintos que dialogam entre si, trocando experiências, contribuindo neste cruzamento, para o desenvolvimento e criação da sua autêntica voz poética.
A partir deste momento, dotados de informações que cercam o universo do escritor, analisaremos sua obra já mencionada anteriormente.
A Cidade de Tulum está situada na orla do mar do Caribe, na Península de Yucatán no México. Cidade essa que pertenceu à civilização maia. A magia desta civilização reflete-se nos vestígios de sua arquitetura, conseqüentemente de suas ruínas, onde estas, através da voz do poeta são cantadas para nós. Tulum traz em seu sentido etimológico a significação de “muralha”, o que podemos associar aos muros que a protegem, a cercam e a ligam ao mar. Sendo assim, a imensidão dos mares reflete e expande o resplendor do Sol dessa cidade maia. Tudo isto que foi levantado poderá ser confirmado através da voz do eu-lírico do poema.
No decorrer da composição poética, Pacheco vê as ruínas de Tulum, não só como uma memória da cultura pré-hispânica maia, mas também como vestígio dos deuses e testemunho dolorido do povo que teve sua vida extinta, possivelmente pela conquista de outros povos. Através de suas pedras sagradas, o coração de Tulum vai sendo construído pela voz do sujeito do poema.
Percebe-se no poema o jogo de imagens através de dois campos semânticos que podem ser subentendidos pelo leitor: o campo da petrificação – com semas que simbolizam imagens, e essas em sua grande maioria trabalham com a questão da memória de um povo, ou seja, da cultura maia; e o campo do movimento – cujas palavras empregadas permitem que este seja considerado um poema cíclico, onde os tempos – presente e passado se correlacionam.
Pode-se notar uma assimetria no poema, cuja função deve ser a de gerar no leitor, a lembrança, portanto a recordação sempre viva de um povo que lutou bastante para erguer esse Império do Sol, cujo Deus é Criador. Esta assimetria reflete-se até mesmo na disposição dos versos nas estrofes que compõem o poema.
Da maneira que se dispõem os versos no poema, estes geram uma certa dificuldade na separação por estrofes, logo dividimos o poema em três unidades maiores de sentido. Sendo esta, uma mera divisão metodológica, com o intuito de facilitar nossa análise crítica do poema.
Em “Tulum”, verifica-se que o poema está centrado na palavra pedra, “sus palabras se harían de piedra”. Essa idéia apresenta-se em todo o primeiro bloco, onde o eu-lírico deixa aparente a idéia de uma cidade extinta “si este silencio hablara”, cuja lembrança faz-se presente por meio das construções em pedra. O sujeito do poema faz uso da conjunção condicional “si” nos três primeiros versos, o que demonstra uma união entre as imagens que perpassam os dois campos semânticos já apresentados: “silencio” X “piedra”, “piedra” X “mar”, “olas” X “piedra”. Tulum, cidade que se apresenta diante do Sol, “Tulum está de cara al Sol”, também se pode perceber o sol na escuridão de suas muralhas, de modo que o obstrua “de algún sol em tinieblas”, simbolizando assim um povo do qual só restam ruínas, passado de um “planeta muerto”, quer dizer, Tulum.
O Sol visto pela voz do eu-lírico seria a de uma representação física, que iluminou o passado e continua clareando o presente. O Sol ao mesmo tempo em que se expõe como luz, também é sombra ao resgatar raízes de uma civilização: vestígios que se iluminam num presente.
O Sol também é o Deus criador e centralizador dos tempos na cultura maia, permanecendo como objeto de reverência no ar sagrado de Tulum. “Porque el aire es sagrado como la muerte” “Como el Dios”. Este Deus protege e se faz presente no espaço.
Todas as marcas existenciais atuais remetem ao sujeito do poema, como as presenças externas, desconhecidas, não vivenciadas. “Aqui todo lo vivo es extranjero”. A dominação e a conquista do povo maia quase anulou sua história, seu passado, que se distanciam aos poucos, restando somente a essência, que faz o indivíduo se manter preso às tradições e costumes de seu tempo. Além do mais, podemos dizer que os remanescentes maias não aceitam aos estrangeiros, para que não venha com esses a Modernidade, permanecendo assim o silêncio, como uma fuga ao possível avanço e esquecimento das belezas naturais da cultura maia. “Y la hierba se prende y prevalece”, “Fuego en el que ofrendamos nuestro tiempo”. O fogo representa a vida, exaltando-a em sua existência, ou seja, numa luta para oferecê-la de uma melhor maneira ao tempo presente.
“Tulum”, ao final do poema, apresenta-se em duas acepções: “Es el Sol” e “Es nucleo”. E estas fazem referência aos tempos e acontecimentos que a cidade vivenciou. Na primeira, Tulum continua sendo viva, mas em outra instância da cultura, por isso “es el Sol en otro ordenamiento planetario”, e na segunda, resgata Tulum como centro, base de uma civilização, cujas lembranças podem ser sentidas pelas ruínas, desse modo “es núcleo de otro universo que fundó la piedra”.
Desta civilização antiga só restou a sombra simbolizada pelas marcas de seus homens na arquitetura de seus monumentos – ruínas/pedras/construções, e estas refletidas no mar, como se representasse a fugacidade de algo já vivenciado. “Y circula su sombra por el mar”.O poder de toda uma cultura, que traz no seu bojo a existência de sua forma, é refletida nas águas do mar, pois estas circulam e se movimentam na sintonia de suas ondas, “la sombra que va y vuelve”, como a memória que permanece ativa e que se converte em lembrança: “hasta mudarse em piedra”.
O poema aborda uma sociedade, que ao acumular saber e arte, deixa-nos a essência, com a qual o eu-lírico tece, através das realidades e sonhos vivenciados, a alma do povo maia.
Posted in Curiosidades on Julho 10, 2009 by lasatine
O último grito da moda comprar um banco a um euro, eu também quero claro sem o buraco financeiro de oitocentos milhões, mais tem promoção, compra de um banco pelo valor de um euro leva-se duas empresas.
Quem comprou foi o grupo Orey, logo o governo afirmou que não financiava valores adicionais. O desejo do grupo Orey era realmente adquirir um banco, já proprietários de financeiras.
Logo vamos ver as cenas dos próximos capítulos BPP.
Posted in Curiosidades on Junho 2, 2009 by lasatine
Hoje vou-me dedicar a um tema pouco polido em Portugal.
Dominação, sou a digna do fervor pleno, inconstante, imprevisível sempre sedutora. Eufórica.
Não me satisfaz as amarras, jaulas, chicotes entre outros…
Quanto a mim sou determinada e gosto de encontros extremos. Adoro um homem dedicado aos meus desejos sexuais.
Não peço desculpa pela franqueza, assim sou franca e selvagem, umas vezes mais outras menos. Sempre honesta na sexualidade, gosto de ser acariciada com todos os membros…
Pena tenho, pelos Portugueses tão frágeis ao seu preconceito sexual. Existem tantos submissos, contudo não tem coragem de se assumir, dirigem-se a mim com manipulações básicas.
Atrevam-se não comigo sou muito exigente psicologicamente. Iniciassem com amadoras.
Posted in Curiosidades on Março 24, 2009 by lasatine
Pintelheira rapada, grande ou pequena de aparada?
Vamos lá saber homens de Portugal,
Para os mais pudicos, pelos púbicos,
para os descontraídos, pintelheira no mesmo local.
Quem sabe os homens do norte.
Para honrar o velho, ultimo grito do pintelho.
Prefiram a vulva coberta a desnorte
Tudo em grande, pequenos são os fedelhos.
Nas beiras dá o azinho o sobrenome a vulva.
Eles grandes e fortes.
Acompanhados com sumo de uva.
Deixam crescer até as virilhas a mata brava.
Para o beirão com língua de feição.
Lamber desbravando tão brava mata.
Vá para o sul quem sabe a delicadeza.
A vulva em toda a sua pureza.
Descoberta e livre de terceiros.
Para partilhar com todos os parceiros.
Sempre gostei de me ver depilada, corpo e partes íntimas. Alguns amigos sempre se questionaram sobre o prazer de lamber uma vulva coberta de pelos. Quando apresentei a minha amiga peluda a alguns amigos, devoraram os seus pelos. Fiquei espantada, não indignada, até achei a situação bastante engraçada. Afinal, de vez em quando convém variar. Eu, mesmo que quisesse deixar crescer, não poderia, não nasce em mim tal quantidade. Quem sabe, existam “perucas” à venda que eu possa comprar… (risos).
Pelos vistos está na moda. Eu, vou-me manter fiel a depilação, é muito mais higiénico e muito melhor quando recebo uns beijinhos… Vocês sabem onde…
Posted in Curiosidades on Março 5, 2009 by lasatine
São seis dias e cinco noites divertidíssimos, nos quais mais de 220 casais se libertam dos preconceitos do dia-a-dia, num hotel de luxo, tendo o erotismo e o sexo como menu principal”. É assim que Susana, de 38 anos, classifica as orgias mundiais como a que se vai realizar no mês de Maio em Espanha.
Susana e o marido, Manuel de 46 anos, são portugueses e empresários, residem na zona de Cascais e são swingers há quase dez anos. Conhecem o meio como a palma das suas mãos e são frequentadores assíduos deste tipo de festas, quer no estrangeiro, quer em Portugal.
São festas normalmente secretas, apenas conhecidas por quem frequenta o meio. Umas são assim, como esta de seis dias numa cidade de Andaluzia, abertas a todos os casais swingers do Mundo, sendo o limite estabelecido pelo número de quartos disponíveis. Mas há outras, íntimas, reservadas a pequenos grupos. São orgias, mas para uma elite, nas quais os casais são seleccionados segundo determinados critérios.
Manuel e Susana (nomes fictícios) levantam uma pontinha do véu, que esconde o local exacto da primeira orgia mundial de 2009 para casais, e revelam alguns pormenores. Por 799 euros por pessoa, os casais têm direito a um hotel de luxo, discreto, a festas de nudismo na piscina durante o dia, e a festas temáticas à noite. Há desfiles de roupas e lingerie sexy e as manequins são as esposas de cada casal. Há stripers masculinos e femininos, há cuspidores de fogo e faquires, e durante o dia à acções de formação com prática: Os homens podem aprender as melhores técnicas para masturbar uma mulher e vice-versa.
Segundo este casal são muitos os portugueses que frequentam estas festas. ‘Portugal é uma das nacionalidades mais bem representada. Já há muitos inscritos’, conta Susana. Até porque o maior clube português de swing, o X-CLub, tem uma pareceria com o maior site internacional, o SDC (Swing Date Club), o organizador da festa de Maio. Aliás, o país vizinho há quatro anos que é o anfitrião da primeira orgia de cada ano.
FESTAS DE SEXO EM IGREJAS, BARCOS E ILHAS DESERTAS
Espantem-se os mais conservadores, mas o CM descobriu que há clubes que organizam festas em igrejas e castelos medievais. Estas festas não são gratuitas e os seus participantes são pré-selecionados pela internet. Depois da inscrição no site, é pedido o envio de uma foto do casal. As festas são quase sempre temáticas. Por exemplo, as festas do site Little Sins (Pequenos Pecados) só aceitam casais com mais de 21 anos. São as mais excêntricas porque são feitas em igrejas, barcos e ilhas desertas, ou em edifícios abandonados. O tema preferido é ‘Eyes Wide’, como no filme de Tom Cruise ‘Eyes Wide Shut’.
DJ PORTUGUÊS VAI ANIMAR ORGIA DE MAIO
Ao que o CM apurou, junto de fontes ligadas à organização da orgia mundial de Maio, o SDC este ano convidou um DJ português para animar as noites. A sua identidade não nos foi revelada. Nestas festas há algumas regras que são geralmente aplicadas em todos os encontros do género. ‘Não’ é mesmo ‘não’. E não é obrigatório haver troca de casais. Podem participar casais que optam apenas por estar lado a lado com outros.
O MILIONÁRIO QUE PAGA TUDO
A primeira orgia mundial aberta a todos os casais é definitivamente a que se vai realizar em Espanha, no mês de Maio, mas as festas privadas reservadas a grupos mais restritos começam já em Março. A mais badalada, mas também a mais secreta, talvez, pelas características de extremo luxo, é a festa de um multimilionário do continente asiático. Nesta festa só se entra por convite do próprio anfitrião. Não tem site na internet, mas é referida nos sítios de quase todos os clubes mundiais, que apenas mostram o ‘cartaz’ em baixo denominado como ‘Elite Party’.
Este encontro tem várias particularidades, nomeadamente o facto de o multimilionário pagar tudo, desde a passagem de avião ao hotel. A selecção é difícil. E em cada país participante (escolhe casais de vários países), o anfitrião tem um casal responsável por seleccionar outros. Por exemplo, o anfitrião vai a um site português e escolhe oito casais e manda um e-mail para os seleccionadores com o pedido para escolherem dos oito apenas dois.
Este ano, os portugueses estão com sorte. Foram seleccionadas 12 nacionalidades, e há três casais portugueses na guest list. Estas orgias são sempre num país diferente e em hotéis de luxo máximo. Têm uma periodicidade de uma ou duas vezes por ano. Já houve festas na Bélgica, em Espanha, Holanda, França e Itália. Este ano este ricaço vai convidar 52 casais porque faz 52 anos.
PORMENORES
CRITÉRIOS
Os casais não podem ser fumadores nem usar drogas. Têm de ter boa aparência. Há muito Viagra e preservativos. Não se aceitam casais que não façam troca de parceiros. Têm de ser todos ‘Full Swap’, troca total.
DRESS CODE DESTE ANO
A festa terá lugar em Março, num país europeu, e o CM sabe que começa numa sexta e que termina no domingo. Na noite de sábado este ano, as mulheres têm de ir vestidas de vestido comprido dourado e lingerie verde-chá. Os homens levam smoking e roupa interior amarela.
ELITE PARTY
A Elite Party é a orgia mundial mais restrita que existe. A identidade do seu organizador é conhecida por poucas pessoas. Nem todos os participantes sabem a sua nacionalidade. Os convites são enviados por e-mail e os casais são obrigados a um pacto de silêncio. Normalmente é reservado um hotel inteiro e os casais ficam em suites.
TRINTA CASAIS NUM CASTELO NA SUÍÇA EM ABRIL
Para entrar nesta festa, o casal tem de ser elegante e, se for seleccionado pelos seus organizadores, pagar 225 euros por pessoa. No dia 25 de Abril, o site Castleevents vai organizar uma orgia de luxo. O limite são 30 casais. E a festa será num castelo, cuja morada será revelada no próprio dia, na Suíça. Este site já organizou festas em castelos por toda a Europa. Ao que o CM apurou, os convidados chegam ao local de limusine. O jantar é VIP e está marcado para as 21h00. Os convidados brindam com champanhe .
Por volta das 23h00, o mestre da cerimónia chama os casais para uma apresentação erótica de cada um. Os quartos são mostrados, a decoração é surpresa, mas apostam sempre em ambientes quentes. O dress code deste ano aposta nos vestidos de noite pretos para as senhoras e nos smokings para os homens. Todos têm de usar máscaras venezianas que são distribuídas à chegada por 30 euros.
ASSOCIAÇÃO MUNDIAL
Há uma associação mundial de swingers: www.nasca.com. Organiza com frequência convenções para debater o tema que ainda é um tabu.
Informação util? Divirtam-se há,há,há
Beijo
Satine
Este texto é retirado integralmente do correio da manhã
Posted in Curiosidades on Fevereiro 23, 2009 by lasatine
O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo “adeus à carne” ou “carne vale” dando origem ao termo “Carnaval”. Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro, se inspirariam no Carnaval francês para implantar suas novas festas carnavalescas.
Em 2005 o Carnaval de Salvador, Bahia, Brasil está no Guinness Book como a maior festa de rua do mundo. Em Portugal, existe uma grande tradição carnavalesca, nomeadamente os Carnavais da Ilha da Madeira (donde saíram os imigrantes que haveriam de levar a tradição do Carnaval para o Brasil), Ovar, Podence, ,Loulé, Sesimbra, Rio Maior, Torres Vedras e Sines, destacando-se o de Torres Vedras, , por possuir o Carnaval mais antigo e dito o mais português de Portugal, que se mantém popular e fiel à tradição rejeitando o samba e outros estrangeirismos. Juntamente com o Carnaval de Canas de Senhorim com perto de 400 anos e tradições únicas como os Pizões, as Paneladas, Queima do Entrudo, Despique entre outras. Nos Açores, mais propriamente na Ilha Terceira, reside uma das formas mais peculiares do Carnaval em Portugal, as Danças e Bailinhos de Carnaval. Esta tradição, tida como a maior manifestação de teatro popular em Portugal, remonta ao tempo dos primeiros povoadores e reflecte um estilo teatral bem ao jeito dos Autos vicentinos.
Posted in Curiosidades on Janeiro 13, 2009 by lasatine
Há mais um mito da ficção científica que vai passar a realidade a partir do próximo ano: a empresa norte-americana Terrafugia está a ultimar o primeiro carro voador, que deverá começar a ser produzido nos últimos meses do ano.
Segundo a agência «Ansa», o modelo «Transition», que está a ser construído por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussetts, é capaz de alcançar a velocidade de 140 quilómetros/hora (km/h) em terra, sendo que poderá transformar-se numa pequena aeronave e capaz de atingir uma velocidade de 185 km/h.
O objectivo da empresa é abrir as portas da sua invenção ao grande mercado, embora o modelo não esteja indicado para qualquer um: com um peso de 600 Kg, o «Transition» exige carta de piloto desportivo para ser conduzido e tem um preço estimado em 96,7 mil euros (148 mil dólares).
O carro está preparado para uma lotação de duas pessoas, tem 5,7 metros de comprimento e largura variável: dois metros quando as asas estão recolhidas e 8,4 metros quando se encontram abertas. Já a nível de combustível, o veículo vai consumir 18 litros por hora enquanto estiver a voar.
O protótipo foi aprovado e o aparelho tem tido resposta positiva nos diversos testes aerodinâmicos a que tem sido sujeito.