Vivemos numa gaiola na procura da liberdade permitida. Tanto trabalho… para quê?
Sim é verdade! No mundo capitalista em que vivemos, ou temos dinheiro ou, nada somos.
Suor mistério profundo festa de chuva sol escaldante….
Um pouco na cama, promessas das aguas, não o fim do caminho e, sim o começo do caminho.
Pura sou, de alma, coração e corpo material.
Cobrimos as nossas vergonhas com a carapaça que a sociedade nos empresta. De repente nos tira…
A carne é fraca e lá vamos nós ao pó dos anjos na procura de prazer, quem sabe? No sexo comprado…
Gosto que me comprem o sexo, quando quero e tenho tesão para oferecer e gozar… Venci as minhas shaddows… Demorei alguns anos, consegui! Ultrapassei todos os obstáculos… Sou, o que sou. Mulher de família, Mulher de doidos, académicos, falsos da sua própria vida, normais.
Todos eles têm cortes no seu coração, resto de topo nos seus caminhos, eu aqui estou para fechar as chagas de bom proveito.
Posted in Confissões on Julho 16, 2009 by lasatine
Admito tenho alguma ansiedade de rever o meu “cliente” amigo, amante de Toronto. Por birra minha disse que não lhe mandava mais nenhuma mensagem contudo a pressão do seu tesão persegue-me nos meus pensamentos quando menos inesperados.
Não sei se ele está cá ou de férias, gostaria que lesse o meu blog e visse esta mensagem.
Pode ser nos caminhos desencontrados os nossos sexos se troquem por momentos.
Eu cá estou para quem gosta de mim e de quem eu gosto, agora é só uma questão prazeres escassos momentos na nossa consciência…
Posted in Curiosidades on Julho 15, 2009 by lasatine
Tulum: Passado e presente de uma cidade maia
Antonio Ferreira da Silva Júnior
Em virtude da pouca divulgação e estudo sobre a vida e a obra do poeta contemporâneo mexicano José Emilio Pacheco no Brasil, elaborou-se este trabalho que será brevemente explicitado.
Este trabalho, que faz parte do grupo de pesquisa O imaginário poético hispano-americano, coordenado pela Professora Dra. Mariluci Guberman, tem por objetivo estudar a segunda fase do movimento vanguardista hispano-americano com suas inúmeras influências, a partir do poema “Tulum” do poeta José Emílio Pacheco, onde se pode perceber uma correlação entre os tempos passado e presente, que constituem a memória da civilização maia.
José Emílio Pacheco nasceu na Cidade do México em 1939, sendo considerado por muitos críticos como o escritor mais importante de sua geração, isso devido a empregar com perfeita maestria uma linguagem transcendente ao pensamento crítico da época, dosando de imagens criativas, de modo a refletir sobre a complexa vida mexicana.
Pacheco é um escritor marcado pelo impacto dos acontecimentos, como por exemplo, o que a Revolução Cubana trouxe-lhe em 1959, sendo por este motivo, o poeta em questão acreditar que também houve uma geração de 59, bem como a Geração dos Contemporâneos de 1929 no México, onde grandes nomes aparecem com a intenção de renovar a poética vigente.
Suas palavras podem ser admiradas em alguns gêneros: antologias, contos, romances, ensaios, traduções e poesias. Neste último onde conseguiu maior destaque, à medida em que entendia um poema não como um objeto estilizado, mas como um instrumento de aquisição de conhecimento, isto é, que leve o público leitor a trabalhar com a sensibilidade, e também o leve ao diálogo com o próprio texto. Podemos perceber aqui, a idéia da intertextualidade muito defendida por este autor.
Pacheco possui influências de raízes antigas, como Sor Juana Inés de la Cruz e mais recente, de Octavio Paz. Esses autores contribuíram para a originalidade e consistência de sua obra. O poeta afirma que com eles aprendeu e somou conhecimento a sua trajetória literária.
Pacheco acredita que a Literatura é uma obra social pertencente a diversas classes, logo um texto não é um bem exclusivo de seu criador, mas sim do coletivo, que se pode valer de seu teor na elaboração e compreensão de outros conceitos. Há uma citação de Lautréamont, poeta francês, que ilustra bem o que se acabou de mencionar: “La poesía no es de nadie: se hace entre todos” (PACHECO, 1979, p. 329).
Tem-se em Pacheco, a idéia do processo de criar Literatura da própria Literatura. Em sua poesia, a voz do poeta parece fragmentar-se em outras e de diversas maneiras, sendo estas vozes de outros distintos que dialogam entre si, trocando experiências, contribuindo neste cruzamento, para o desenvolvimento e criação da sua autêntica voz poética.
A partir deste momento, dotados de informações que cercam o universo do escritor, analisaremos sua obra já mencionada anteriormente.
A Cidade de Tulum está situada na orla do mar do Caribe, na Península de Yucatán no México. Cidade essa que pertenceu à civilização maia. A magia desta civilização reflete-se nos vestígios de sua arquitetura, conseqüentemente de suas ruínas, onde estas, através da voz do poeta são cantadas para nós. Tulum traz em seu sentido etimológico a significação de “muralha”, o que podemos associar aos muros que a protegem, a cercam e a ligam ao mar. Sendo assim, a imensidão dos mares reflete e expande o resplendor do Sol dessa cidade maia. Tudo isto que foi levantado poderá ser confirmado através da voz do eu-lírico do poema.
No decorrer da composição poética, Pacheco vê as ruínas de Tulum, não só como uma memória da cultura pré-hispânica maia, mas também como vestígio dos deuses e testemunho dolorido do povo que teve sua vida extinta, possivelmente pela conquista de outros povos. Através de suas pedras sagradas, o coração de Tulum vai sendo construído pela voz do sujeito do poema.
Percebe-se no poema o jogo de imagens através de dois campos semânticos que podem ser subentendidos pelo leitor: o campo da petrificação – com semas que simbolizam imagens, e essas em sua grande maioria trabalham com a questão da memória de um povo, ou seja, da cultura maia; e o campo do movimento – cujas palavras empregadas permitem que este seja considerado um poema cíclico, onde os tempos – presente e passado se correlacionam.
Pode-se notar uma assimetria no poema, cuja função deve ser a de gerar no leitor, a lembrança, portanto a recordação sempre viva de um povo que lutou bastante para erguer esse Império do Sol, cujo Deus é Criador. Esta assimetria reflete-se até mesmo na disposição dos versos nas estrofes que compõem o poema.
Da maneira que se dispõem os versos no poema, estes geram uma certa dificuldade na separação por estrofes, logo dividimos o poema em três unidades maiores de sentido. Sendo esta, uma mera divisão metodológica, com o intuito de facilitar nossa análise crítica do poema.
Em “Tulum”, verifica-se que o poema está centrado na palavra pedra, “sus palabras se harían de piedra”. Essa idéia apresenta-se em todo o primeiro bloco, onde o eu-lírico deixa aparente a idéia de uma cidade extinta “si este silencio hablara”, cuja lembrança faz-se presente por meio das construções em pedra. O sujeito do poema faz uso da conjunção condicional “si” nos três primeiros versos, o que demonstra uma união entre as imagens que perpassam os dois campos semânticos já apresentados: “silencio” X “piedra”, “piedra” X “mar”, “olas” X “piedra”. Tulum, cidade que se apresenta diante do Sol, “Tulum está de cara al Sol”, também se pode perceber o sol na escuridão de suas muralhas, de modo que o obstrua “de algún sol em tinieblas”, simbolizando assim um povo do qual só restam ruínas, passado de um “planeta muerto”, quer dizer, Tulum.
O Sol visto pela voz do eu-lírico seria a de uma representação física, que iluminou o passado e continua clareando o presente. O Sol ao mesmo tempo em que se expõe como luz, também é sombra ao resgatar raízes de uma civilização: vestígios que se iluminam num presente.
O Sol também é o Deus criador e centralizador dos tempos na cultura maia, permanecendo como objeto de reverência no ar sagrado de Tulum. “Porque el aire es sagrado como la muerte” “Como el Dios”. Este Deus protege e se faz presente no espaço.
Todas as marcas existenciais atuais remetem ao sujeito do poema, como as presenças externas, desconhecidas, não vivenciadas. “Aqui todo lo vivo es extranjero”. A dominação e a conquista do povo maia quase anulou sua história, seu passado, que se distanciam aos poucos, restando somente a essência, que faz o indivíduo se manter preso às tradições e costumes de seu tempo. Além do mais, podemos dizer que os remanescentes maias não aceitam aos estrangeiros, para que não venha com esses a Modernidade, permanecendo assim o silêncio, como uma fuga ao possível avanço e esquecimento das belezas naturais da cultura maia. “Y la hierba se prende y prevalece”, “Fuego en el que ofrendamos nuestro tiempo”. O fogo representa a vida, exaltando-a em sua existência, ou seja, numa luta para oferecê-la de uma melhor maneira ao tempo presente.
“Tulum”, ao final do poema, apresenta-se em duas acepções: “Es el Sol” e “Es nucleo”. E estas fazem referência aos tempos e acontecimentos que a cidade vivenciou. Na primeira, Tulum continua sendo viva, mas em outra instância da cultura, por isso “es el Sol en otro ordenamiento planetario”, e na segunda, resgata Tulum como centro, base de uma civilização, cujas lembranças podem ser sentidas pelas ruínas, desse modo “es núcleo de otro universo que fundó la piedra”.
Desta civilização antiga só restou a sombra simbolizada pelas marcas de seus homens na arquitetura de seus monumentos – ruínas/pedras/construções, e estas refletidas no mar, como se representasse a fugacidade de algo já vivenciado. “Y circula su sombra por el mar”.O poder de toda uma cultura, que traz no seu bojo a existência de sua forma, é refletida nas águas do mar, pois estas circulam e se movimentam na sintonia de suas ondas, “la sombra que va y vuelve”, como a memória que permanece ativa e que se converte em lembrança: “hasta mudarse em piedra”.
O poema aborda uma sociedade, que ao acumular saber e arte, deixa-nos a essência, com a qual o eu-lírico tece, através das realidades e sonhos vivenciados, a alma do povo maia.
Por favor leia!
Alerte as mulheres que conhecer. A QUE PONTO CHEGAMOS…
ESTÁ NA MODA A DROGA DO ESTUPRO
Advertência sobre uma nova droga que está na moda!!!!!
Homens, passem isto às suas amigas, namoradas, filhas e mulheres.
Pais, alertem os seus filhos e filhas!
As pessoas que costumam freqüentar discotecas ou lugares semelhantes, devem Ter muito cuidado e ficar alerta quando alguém oferecer-lhes uma bebida. Há uma nova droga que está na moda e que se chama ‘Progesterex’.Esta droga está sendo utilizada por violadores em festas para abusar das Suas vítimas. Já existem vários relatos envolvendo essa droga, Principalmente com garotas, que no dia seguinte se lembram só de terem Entrado na boate e depois disso mais
nada.
Como o caso de uma jovem que foi a um bar com as amigas e depois de ter
Tomado uma bebida no copo errado sumiu sem avisar, e no outro dia amanheceu Em um quarto de motel totalmente nua, entre quatro homens desconhecidos,
Apavorada e sem conseguir se mover (pois como a droga inibe o sistema nervoso
Central ela provoca a paralizia parcial nas pernas por até 8
horas após o fim da
amnésia). Quando teve condições ligou para que seu noivo fosse buscá-la, depois
Do exame de corpo delito, foi encontrado esperma de oito (8) Homens diferentes
Que mantiverem relação sexual com ela naquela noite enquanto estava
desacordada. Progesterex é utilizada por veterinários para esterilizar animais grandes.
Diz-se que esta droga se usa em conjunto com Rophynol, uma droga que ao serDissolvida em qualquer bebida, produz amnésia (a vítima não se recorda deNada do que se passou!!!). Progesterex, que também se dissolve fácilmente serve para evitar a gravidez . Desta forma, o violador não tem que se preocupar com testes de paternidade para ser Identificado meses depois.
Atenção!! Os efeitos do Progesterex não são temporários.
Qualquer mulher
Que tome isso, JAMAIS, entenda-se bem, JAMAIS PODERÁ TER FILHOS!! Estas
Pessoas sem escrúpulos conseguem obter este produto muito facilmente em Qualquer Faculdade de Veterinária. Também é utilizada para roubos, a homensOu mulheres, ou mesmo para tirar um órgão humanopara tráfico de órgãos! O Progesterex está sendo divulgado em muitos lugares havendo mesmo sites Que ensinam a usá-lo.
POR FAVOR, FAÇAM UM FORWARD A TODOS OS SEUS AMIGOS, EM
ESPECIAL ÀS MULHERES! Não custa nada e pode evitar problemas… Por favor,não poupem esforços,DIVULGUEM!!!!!
Posted in Confissões on Julho 12, 2009 by lasatine
Domingo, supostamente dia de preguiça em fartura, prazeres em fartura, ócio em fartura, dia de tarde acordar, pequeno almoço prolongado na cama tomar, quem sabe ler, tirar uma sesta, foder sem delongas, familiar que baste, cozinhar refinado com prazer, tomar um banho de mar e sol na praia, enfim refinar a vista. Expectativas demasiadas, sempre goradas pelas para curtas 24 horas que o suposto Deus nos pôs à disposição. Demasiado curto…
Não tenho actualizado o meu “perfil” sexual, falta de tempo (risos).
Vou começar pelo meu gestor, o menos assíduo por falta de tempo e algum exagero rígido de controlo psicológico. Digo isto somente porque, sei que quando me liga, está reagindo às necessidades fisiológicas do seu “amiguinho” que, para ele, é uma suposta fraqueza, errada do ser humano. Prazer é prazer sem escolha ou raça. Sem querer ser dona da verdade, gostaria que aceitasse uma confidência de mulher…
Por outro lado tenho um “cliente”, amigo amante “charmoso”, sem qualquer preconceito, amante dos prazeres da vida mundana. Aproveita e faz ele muito bem. Levo-o à loucura e ele a mim… Confesso, os pormenores são devera proibitivos, publicá-los seria procurar a censura da oposição. Sempre dispostos aos festins alucinantes, penso poder afirmar que temos uma boa relação, vale o momento e nada mais. Quando volta, a paixão vem com ele, o fogo roda e recomeça.
Poderia mencionar mais algumas personagens do meu quotidiano, não o vou fazer, não são deveras integráveis no meu prazer, contudo existe uma pessoa. Vou dar-lhe o nome de “barman”, calmo, explorador do corpo humano, dedicado ao meu clítoris e aos voluptuosos prazeres entre lençóis.
Hoje estou quente, tenho necessidade de um ente vivo e penetrante que me penetre, me aqueça sem arrefecer, me lamba, me leve me arrebate me faça sonhar húmido quente, me faça sentir a loucura dos corpos húmidos, colados num só… estou quente como nunca de tesão. Será que alguma vez o corpo conseguirá acompanhar o tesão psicológico, viciei-me em si, em ti, em vós, em vocês, tenho tesão… Procura-me, encontra-me e leva-me aos confins da exaustão eu, levo-te mais longe, onde pairam os limites do real com o irreal, dos sonhos com a realidade, sem medo caminha no meu campo de lírios.